a luana piovani é uma besta. linda, mas uma besta. que ela fuma maconha, grandes novidades. ninguém precisava de esforço pra adivinhar isso. mas falar na revista, ainda por cima que arranja o que quiser na hora que quiser, e essa seria uma justificativa pra não legalizar (? juro que essa foi difícil preu entender?) foi complicado.
e ela tá sendo investigada. bobagem, desnecessário também. como diz o motorista daqui, será que os policiais um dia vão parar de perder tempo com essas bobagens? mas faz sentido na cabeça de muita gente.
agora, me diz pra que ela tem de falar que as declarações foram mal compreendidas? pra se enrolar ainda mais? que nem quando disse que tinha traído o tchutchuco do rodrigo santoro por falha de caráter... ela assume umas coisas muito desnecessárias essa menina. devia tentar ficar caladinha vez em quando...
explica-se... na família, muito morena, nasce a loirinha aqui. meu avô olha, olha... e solta essa, nasci branca por cruza, algo deveria explicar...
aqui apenas os fatos são inventados
o essencial da arte é exprimir;
o que se exprime não interessa
fernando pessoa
7.11.03
não fui ao maracanã.
mas liguei pro amigo pra saber quanto tava o jogo no intervalo. atendeu alguém que eu não conhecia. não entendi nada. ele explica:
- s. esqueceu o celular aqui no meu taxi. você pode avisar ele?
- aviso, claro... (eu não tava entendendo, mas...)
- pensando melhor, onde você está? eu entrego o celular pra você.
falei onde eu tava. ele foi lá e entregou o celular. agora eu tenho não um, mas dois aparelhos na minha bolsa!!!
depois, já de banho tomado em casa, me liga s. pro próprio celular.
- você guardou meu celular, não foi?
- foi, s...
- você não imagina minha noite. perdi o celular. o atlético perdeu (confesso que essa eu aodrei, o jogo era contra o flamengo). e, pra fechar a noite com chave de ouro, o taxi que eu voltei pra casa pegou fogo.
mandei ele se benzer. e dormir. hoje eu devolvo o celular. mas depois daquilo tudo, achei melhor pra ele não sair de casa de novo...
mas liguei pro amigo pra saber quanto tava o jogo no intervalo. atendeu alguém que eu não conhecia. não entendi nada. ele explica:
- s. esqueceu o celular aqui no meu taxi. você pode avisar ele?
- aviso, claro... (eu não tava entendendo, mas...)
- pensando melhor, onde você está? eu entrego o celular pra você.
falei onde eu tava. ele foi lá e entregou o celular. agora eu tenho não um, mas dois aparelhos na minha bolsa!!!
depois, já de banho tomado em casa, me liga s. pro próprio celular.
- você guardou meu celular, não foi?
- foi, s...
- você não imagina minha noite. perdi o celular. o atlético perdeu (confesso que essa eu aodrei, o jogo era contra o flamengo). e, pra fechar a noite com chave de ouro, o taxi que eu voltei pra casa pegou fogo.
mandei ele se benzer. e dormir. hoje eu devolvo o celular. mas depois daquilo tudo, achei melhor pra ele não sair de casa de novo...
6.11.03
5.11.03
Nine out of ten
Caetano Veloso
I walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
The age of gold, yes the age of old
The age of gold
The age of music is past
I hear them talk as I walk yes I hear them talk
I hear they say
"Expect the final blast"
I walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
I’m alive, vivo muito vivo feel the sound of music
Banging in my belly
Know that one day I must die
I’m alive
And I know that one day I must die
I’m alive
Yes I know that one day I must die
I’m alive vivo muito vivo
In the eletric cinema or on the telly
Nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
And nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
Caetano Veloso
I walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
The age of gold, yes the age of old
The age of gold
The age of music is past
I hear them talk as I walk yes I hear them talk
I hear they say
"Expect the final blast"
I walk down Portobello road to the sound of reggae
I’m alive
I’m alive, vivo muito vivo feel the sound of music
Banging in my belly
Know that one day I must die
I’m alive
And I know that one day I must die
I’m alive
Yes I know that one day I must die
I’m alive vivo muito vivo
In the eletric cinema or on the telly
Nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
And nine out of ten movie stars make me cry
I’m alive
O que será (À flor da pele)
Chico Buarque/1976
Para o filme Dona Flor e seus dois maridos de Bruno Barreto
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
Chico Buarque/1976
Para o filme Dona Flor e seus dois maridos de Bruno Barreto
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores me vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus nervos estão a rogar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo
4.11.03
a rachel de queiroz morreu. confesso, nunca fui a maior fã, mas ela era amiga do meu avô. e minha vó morria de ciúmes dela. é esquisito falar isso, mas... minha vó não tinha ciúmes de mais ninguém, mas se alguém mencionava a rachel, ela quase surtava. agora, a gente vai ter de avisar ela antes de ela ver no jornal. que nesse ciúmes sempre teve muito de admiração pela cearensezinha...
3.11.03
Oração da Paz
atribuida a São Francisco de Assis
Ó Senhor !
Faze de mim um instrumento da Tua Paz;
Onde há ódio, faze que eu leve o Amor;
Onde há ofensa, que eu leve o Perdão;
Onde há discórdia, que eu leve a União;
Onde há dúvidas, que eu leve a Fé;
Onde há erros, que eu leve a Verdade;
Onde há desespero, que eu leve a Esperança;
Onde há tristeza, que eu leve a Alegria;
Onde há trevas, que eu leve a Luz !
Ó Mestre ! Faze que eu procure menos
ser consolado, do que consolar;
Ser compreendido, do que compreender;
Ser amado, do que amar...
Porquanto:
É dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
É morrendo, que se vive para a Vida Eterna
Tradução de Manuel Bandeira
atribuida a São Francisco de Assis
Ó Senhor !
Faze de mim um instrumento da Tua Paz;
Onde há ódio, faze que eu leve o Amor;
Onde há ofensa, que eu leve o Perdão;
Onde há discórdia, que eu leve a União;
Onde há dúvidas, que eu leve a Fé;
Onde há erros, que eu leve a Verdade;
Onde há desespero, que eu leve a Esperança;
Onde há tristeza, que eu leve a Alegria;
Onde há trevas, que eu leve a Luz !
Ó Mestre ! Faze que eu procure menos
ser consolado, do que consolar;
Ser compreendido, do que compreender;
Ser amado, do que amar...
Porquanto:
É dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
É morrendo, que se vive para a Vida Eterna
Tradução de Manuel Bandeira
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